15 de agosto de 2020

CESAR FERNANDES DESCONHECE ESTATUTO DA ENTIDADE QUE QUER PRESIDIR

O estatuto de uma entidade é de onde emanam todas as regras que regem suas atividades. Como pode um candidato à presidência da AMB não conhecer minimamente o que determina o estatuto? Se soubesse não poderia permitir uma publicação dessas em suas redes sociais. Se sabe, está mentindo para os médicos de São Paulo.

 

O QUE A CHAPA 2 DIZ: “A diretoria atual da Associação Médica Brasileira, que assumiu com manobra jurídica (famoso tapetão), mesmo perdendo no voto a eleição anterior, deixou o estado de São Paulo dois anos sem participar das instâncias decisórias. Agora, o mesmo grupo de Diogo Sampaio, José Bonamigo e companhia tenta reduzir em cerca de 30% os delegados paulistas, discriminando em especial jovens médicos e os mais antigos. Saiba tudo aqui https://novaamb.com.br/nao-deixaremos-a-amb-calar-os-140-mil-medicos-de-sao-paulo/ e reaja”

 

O estatuto da AMB é claro. E foi com base nele e nas regras eleitorais vigentes que a eleição de 2017 foi julgada pelo Conselho Deliberativo (www.amb.org.br/estatuto). Quem usou de manobra jurídica no “tapetão” foi a chapa de oposição e a própria APM, durante três anos, consumindo recursos dos associados para litigar pelo poder. Em tempo: há poucas semanas, perita judicial indicada pela justiça paulista confirmou que adulteração dos documentos eleitorais que deram suporte à eleição do grupo que atualmente comanda a APM. Ou seja, se não tivessem adulterados, não poderiam ter participado da eleição.

Ao que parece, César Fernandes não confia no Conselho Deliberativo da AMB, órgão no qual já representou a Febrasgo. É lamentável uma postura tão beligerante em um ambiente que deveria ser de cooperação e trabalho em conjunto.

O estatuto da AMB também é claro quanto a quem pode ou não votar nas eleições da AMB. E a categoria “médico aspirante” não existe no estatuto social da AMB. A responsabilidade é da própria APM, que erradamente criou uma categoria de associado que não existe no estatuto da AMB, o que impede que estes médicos sejam associados da entidade nacional (veja estatuto no link acima).  Isto seria resolvido pela reforma estatutária da AMB, que não ocorreu por processo judicial específico da Associação Paulista de Medicina contra a AMB para bloquear a reforma, que também previa a criação da Diretoria do Médico Jovem.

As regras também são claras quanto aos jubilados (de todos os estados e do Distrito Federal). Eles podem votar sim. Em todas as eleições da AMB. E podem ser votados. E nunca foram ou serão impedidos de exercerem seus direitos. Inclusive, há jubilados que fazem parte da Chapa 1 e imaginamos que o mesmo deva ocorrer na Chapa 2.

Quanto ao cálculo para definição de número de delegados por estado na Assembleia de Delegados da AMB, o estatuto determina que ele seja feito tomando por base somente os sócios da categoria Efetivo. A categoria Jubilados não deve ser considerada, segundo o estatuto para este cálculo.

Diante de regras tão cristalinas, é difícil confiar na boa fé da Chapa 2 quanto às motivações desta “denúncia”. Ao que tudo indica, é mais um factoide com objetivo único de tumultuar o processo eleitoral, atacar a Chapa 1 e criar mal estar entre os médicos de São Paulo e a Chapa 1. Ou seja, “modelo de campanha eleitoral” nada ético e nada agregador.

 

CUIDADO COM QUEM TEM VERGONHA DO PRÓPRIO PASSADO E QUER LHE ENGANAR.

VOTE EM QUEM DEFENDE O MÉDICO BRASILEIRO E TEM A HISTÓRIA PARA MOSTRAR ISSO.

VOTE CHAPA 1 – DIOGO PRESIDENTE – JUNTOS, PODEMOS MAIS!