15 de agosto de 2020

PARA A CHAPA 2, “É HORA DE VIRAR O JOGO”

Infelizmente, para eles tudo é um jogo. Pior: e um jogo onde vale tudo, até mesmo tentar mudar aquilo que está dando certo. Nem que, para isso, seja preciso distorcer fatos e criar narrativas fantasiosas e propor uma “AMB diferente”. Siga o texto e entenda o que querem mudar.

 

O QUE A CHAPA 2 DIZ: “Uma AMB diferente”, segundo postagem do dia 5 de agosto, com vídeo do próprio candidato à presidência da AMB, dr. César Fernandes.

PERGUNTE À CHAPA 2:  o que querem de “diferente” em relação ao que a AMB faz hoje? Não querem mais que a AMB defenda o Ato Médico e nem lute por um Revalida com a avalição rigorosa de egressos de escolas médicas do exterior e Exame de Proficiência para alunos de escolas médicas brasileiras? Também querem acabar com a moratória para abertura de escolas médicas e liberar a atuação médicos sem CRM no Brasil? Querem que a AMB não lute contra o Mais Médicos e nem trabalhe pela criação de uma Carreira Médica de Estado?

A Chapa 2 mais uma vez demonstra que não conhece o que o médico brasileiro quer e precisa. Por isso fica rodopiando em discursos pretenciosos e propostas etéreas e vagas. Acham que usando “M” maiúsculo para falar de médicos ou de medicina mudará para melhor a situação da categoria ou da saúde brasileira.

O que querem é uma “AMB para eles”. Parte do grupo que forma o “movimento” que quer “uma AMB diferente” e que propõem uma “nova AMB” é formado por pessoas que já comandaram a AMB por mais de duas décadas. E que comandam a APM por quase 30 anos. E que se revezam nos cargos das entidades para garantirem a permanência. Não é à toa que não há renovação nas diretorias e muito menos nos quadros associativos das entidades: em São Paulo, quase 30% dos associados são jubilados e o número total de sócios só cai, mesmo com o aumento exponencial de médicos formados anualmente.

Este grupo acostumou a se manter nas entidades por meio de acordos de sucessão. Sem disputa de propostas. Sem debate de ideias. E quando foi confrontado por opositores, fizeram das eleições batalhas sangrentas, com injúrias, mentiras, manobras regimentais e tudo mais que que fosse necessário para que ganhassem as eleições.

É assim nas eleições para os cargos de diretoria desde 2014. E de 2017,eleição judicializada por suspeita de adulteração de documentos eleitorais que viabilizaram a reeleição do grupo que já comandavam a APM. Recentemente, perita judicial escolhida pela judiciário, declarou que:

 

Todas as “declarações de anuência” que os candidatos enviaram à Comissão Eleitoral da APM, originais, também apresentam integridade física, tanto no que diz respeito ao texto impresso, quanto das assinaturas originais. No entanto, estas “declarações de anuência” não apresentam a data de emissão, o conteúdo da carta e a assinatura exarada com escrevente em geral distinto das utilizadas para os outros documentos, indicam que elas teriam sido produzidas em momento distinto da emissão dos demais documentos, muito provavelmente em data posterior às assinaturas dos Formulários e dos Termos de anuência.”

 

“Quanto aos Formulários Eleitorais Eleições APM – Gestão 2017/2020, que constituem o principal documento da eleição, quando examinados muitos apresentaram alterações físicas significativas. Os exames documentais realizados, com o uso de aparelho dotado de iluminação especial, conhecido usualmente por ser utilizado para a observação de negativos ou radiografias, revelaram que 56,02% dos Formulários Eleitorais foram alterados, mediante a colocação de uma tira de papel sobre as primeiras linhas dos Formulários Eleitorais, encobrindo, onde constava escrito manualmente o nome do Presidente da Chapa: Dr. Eleuses Viera de Paiva, foi colado um papel com impresso semelhante, porém com o nome do candidato a presidente alterado para Dr. José Luiz Gomes do Amaral.”

 

Desrespeito à lisura e às regras eleitorais também fizeram parte das últimas eleições para diretoria da Febrasgo, quando o dr. César Fernandes saiu do cargo de presidente para ser diretor Científico em chapa na qual o dr. Agnaldo Lopes da Silva Filho entrou como presidente, em eleições que se encontram na esfera judicial aguardando decisão final mas já com decisões de suspensão da eleição da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia – Febrasgo, designada para o dia 20/05/2019, ante as flagrantes irregularidades expostas, bem como para que seja reiniciado o processo eleitoral” e de tutela antecipada de urgência em caráter antecedente (CPC/2015, artigos 300 e 303), para determinar que as Rés se abstenham de realizar a apuração dos votos da eleição para a Diretoria”.

 

Na ANAMT também foi preciso intervenção da justiça para garantir que as eleições refletissem a vontade dos associados da entidade. Quando isso aconteceu, os apoiadores do “movimento nova AMB” que lá estavam perderam a eleição.

Para a diretoria da AMB, sob patrocínio da APM, parte do grupo do “movimento” Nova AMB judicializou a gestão inteira com objetivo claro de obstruir as atividades da entidade. Impediu mudança estatutária, criação de normas eleitorais mais claras e transparentes e descumpriu normas estatutárias, sonegando informações sobre os associados de São Paulo e até mesmo não entregando as documentações referentes às eleições de 2017, para diretoria e delegados da AMB, conduzidas pela Federada de São Paulo. Fizeram isso porque não aceitaram o julgamento das eleições de 2017, feito pelo Conselho Deliberativo da AMB, órgão estatutariamente responsável por isso, que identificou fraudes em urnas eletrônicas em três estados e votação postal (em SP) com cédulas sem os critérios de segurança exigidos pelo regimento eleitoral. Diante disso, a atual diretoria da APM, que apoia a Chapa 2, achou por bem não entregar a documentação final das eleições realizadas por ela para a AMB em São Paulo, e só entregou informações de base de sócios quando a justiça determinou. Nesses últimos três anos, a APM figurou em 22 processos nos tribunais de São Paulo. Somente em três deles aparece no polo ativo, processando alguém: todos contra a AMB. Nenhum processo cujo foco fosse a defesa do médico paulista. O foco sempre foi minar a gestão da AMB.

 

Processo  0030080-33.2019.8.19.0209 do TRRJ, onde 11 federadas da Febrasgo, em 04/09/2019 solicitam a suspensão a apuração dos votos da eleição para a Diretoria da FEBRASGO, convocada para o dia 07/09/2019. http://www4.tjrj.jus.br/consultaProcessoWebV2/consultaProc.do?v=2&FLAGNOME=&back=1&tipoConsulta=publica&numProcesso=0030080-33.2019.8.19.0209

Clique nas imagens:

Petição  Inicial               Liminar                 Emenda

                 

Descumprimento         Contestação           Processo                      Processo

                               

 

 

Processo 0822767-55.2019.8.15.2001 no TJPB para suspensão da eleição da  Febrasgo, designada para o dia 20/05/2019    https://pje.tjpb.jus.br/pje/ConsultaPublica/DetalheProcessoConsultaPublica/listView.seam?ca=ddb3c6e60f1a819bab88e269a6d02b727141a5b0ada33d2a

Pedido de Liminar        Decisão                   Despacho

                 

 

Processo 1083344-57.2017.8.26.0100 TJSP – Laudo JUDICIAL GRAFOTÉCNICO/ DOCUMENTOSCÓPICO mostrando que houve adulteração de documentos relativos às eleições da Associação Paulista de Medicina de 2017. https://esaj.tjsp.jus.br/

Laudo

 

CUIDADO COM QUEM TEM VERGONHA DO PRÓPRIO PASSADO E QUER LHE ENGANAR

VOTE EM QUEM SEMPRE DEFENDEU O MÉDICO BRASILEIRO E TEM A HISTÓRIA PARA MOSTRAR ISSO.

VOTE CHAPA 1 – DIOGO PRESIDENTE  – JUNTOS, PODEMOS MAIS!